Gás de cozinha - Noticias do setor
   
   
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Sindicato das aéreas critica política de preços da Petrobras

O presidente do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias), George Ermakoff, criticou o aumento do querosene de aviação de 10,3%, que entrará em vigor amanhã. Para ele, a política de preços da Petrobras é prejudicial ao consumidor.

"A fórmula de cálculo hoje empregada leva em conta um hipotético custo de importação do produto, que embute frete, seguro, provisão de perdas, logística e tancagem. Acontece que 85% do combustível é produzido no Brasil", disse.

Pelos cálculos do Snea, o preço do querosene de aviação já subiu 14,8% desde o início do ano. De janeiro de 1999 a fevereiro de 2005, o preço do querosene de aviação aumentou 896,9%, contra um aumento de 267% na gasolina automotiva, 426,8% no diesel e 442% no gás de cozinha, segundo o Snea.

O item combustível responde sozinho por cerca de 25% dos custos das empresas aéreas.

Ermakoff disse ainda que a Petrobras tem capacidade para produzir 100% do querosene de aviação no país. "Ao fazer de conta que importa a totalidade da região do Golfo do México, a Petrobras acaba tornando o nosso combustível internacional cerca de 15% mais caro", disse ele.



Escrito por Milla Gas às 16h09
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SDE recomenda condenação de oito distribuidoras de gás por cartel em MG

PATRÍCIA ZIMMERMANN
da Folha Online, em Brasília

A SDE (Secretaria de Direito Econômico) do Ministério da Justiça recomendou hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a condenação de oito distribuidoras de gás de cozinha (GLP) e seus dirigentes por formação de cartel em Minas Gerais.

De acordo com o parecer da SDE, as distribuidoras Agip, Ultragaz, Copagaz, Minasgás, Butano, Onogás, Shell Gás e Supergasbrás combinavam preços de revenda para o botijão de 13 quilos em Uberlândia e Araguari.

O caso vinha sendo investigado pela SDE desde setembro de 2002, quando foi aberto um processo administrativo para apurar denúncia de uma revendedora do produto da região encaminhada à Seae (Secretaria de Acompanhamento Econômico) do Ministério da Fazenda.

Entre os documentos reunidos pela secretaria estão correspondências sobre reuniões para tratar de aumento de preços, gravações de conversas telefônicas e depoimentos de funcionários de duas distribuidoras ao Ministério Público.

Se forem condenadas pelo Cade, as empresas estarão sujeitas a multas de até 30% do seu faturamento (descontados os impostos).



Escrito por Milla Gas às 16h07
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Mandem comentario, softwares para a automação de depositos, nos ajude neste blog com idéias.

Obrigado.



Escrito por Milla Gas às 16h01
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Gás natural e gás de cozinha (GLP) são a mesma coisa?

Não, suas composições são bem diferentes. O gás de botijão (GLP, ou Gás Liquefeito de Petróleo), composto basicamente por propano e butano, é altamente tóxico e inflamável. Já o gás natural é composto principalmente por metano e etano e, além de ser mais leve que o ar (o que faz com que se dissipe em caso de vazamento), não é tóxico.





Fonte: Comgás



Escrito por Milla Gas às 15h53
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  SDE quer punir distribuidoras de gás por formação de cartel em MG

     A Secretaria de Direito Econômico (SDE) sugeriu a condenação de oito distribuidoras de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, por formação de cartel na região de Uberlândia, em Minas Gerais. A SDE emitiu um parecer para subsidiar uma investigação que será realizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Se condenadas, as empresas estarão sujeitas a multas de até 30% do faturamento.

     O processo foi instaurado em setembro de 2002, a partir de denúncias de que as empresas estariam combinando preços de venda de botijões aos revendedores. Todas as grandes companhias do setor estão sob investigação: Ultragaz, Copagaz, Minasgás, Nacional Gás Butano, Onogás, Shell Gás (hoje do grupo Ultra), Supergasbrás e Agip Liquigás, comprada no ano passado pela Petrobras.

     O SDE informou que há gravações telefônicas com trechos que apontam a ocorrência de reuniões entre os gerentes regionais das distribuidoras para fixar preços. Além disso, ex-funcionários de algumas das companhias citadas confirmaram o esquema ao Ministério Público Estadual de Minas Gerais.

     "A SDE verificou ainda que foram feitas reservas para salas de reunião, em nome de algumas das empresas investigadas, nos Hotéis Universo e Carlton Plaza, em Uberlândia, em datas que coincidem com as denúncias", diz nota divulgada, nesta segunda-feira, pelo órgão de defesa da concorrência.

     Segundo a nota, o sócio-diretor do Hotel Universo, Carlos Henrique Silva, também afirmou, em depoimento, a realização de reuniões entre representantes de distribuidoras em seu hotel. Além de combinar preços, as empresas teriam um acordo de não-agressão entre elas, impedindo que revendedores optassem por trocar de fornecedor.

     "O parecer da SDE tem uma nota técnica da Agência Nacional do Petróleo (ANP) dizendo que não viu indícios de acerto de preços" diz Lauro Cotta, presidente no Brasil da holandesa SHV, que controla as distribuidoras Minasgás e Supergasbrás. Ele disse que o mercado era "extremamente monitorado" pelo governo na época das denúncias e não havia como haver cartelização. Segundo ele, as empresas se preparam para apresentar sua defesa ao Cade.



Escrito por Milla Gas às 15h52
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MINASGÁS CONTRA O DESPERDÍCIO

Quando se fala em fome no Brasil poucos se lembram de que a
cultura do desperdício ainda é muito forte por aqui. Por conta disto,
a Minasgás (distribuidora de gás de cozinha) decidiu lançar um programa para auxiliar famílias de baixa renda na compra, armazenagem e aproveitamento dos alimentos. Batizado de Mais Energia, o projeto, iniciado pelo Rio de Janeiro, prevê, ainda, aulas
de culinária focadas no aproveitamento de sobras e na elaboração
de pratos nutritivos e de baixo custo.



Escrito por Milla Gas às 15h48
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Ultra na mira
Bancos de investimento vêem a gigante
do gás ameaçada pela entrada da Petrobras no setor e avaliam seus
ativos para possível venda. Mas os
donos prometem resistir

Por Alexandre Teixeira e maurício capela

Bancos de investimento às vezes agem como abutres. Ao primeiro sinal de fraqueza de uma empresa, acercam-se dela, posicionando-se para disputar possíveis sobras. Nas últimas duas semanas, um pequeno grupo desses bancos iniciou um discreto vôo em torno do Grupo Ultra, líder do mercado brasileiro de gás de cozinha (GLP). Seus analistas estão trabalhando na avaliação dos ativos da companhia para desenhar um ou mais modelos de venda. Detalhe importante: a encomenda não partiu dos controladores do grupo. A iniciativa é dos próprios bancos, que vêem a entrada da Petrobras no mercado de GLP (por meio da recém-anunciada compra das operações da Agip) como a mais séria ameaça já enfrentada pela Ultragaz e enxergam nisso uma oportunidade de negócio. A idéia é convencer os acionistas a vender a Ultra (inteira ou só a área de gás) e oferecer opções de engenharia financeira a potenciais compradores, de modo a tornar-se intermediário de uma eventual transação.

Paulo Cunha, principal executivo e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ultra, disse à DINHEIRO que desconhece esse movimento de bancos e garantiu que não há “a menor possibilidade” de uma proposta de venda ser aceita. Graças a um acordo de acionistas que completa 20 anos em dezembro e será então remodelado, Cunha fala, de fato, em nome dos controladores da Ultra. Há, no entanto, pelo menos uma acionista de peso que escapa de seu controle. É Daisy Igel, herdeira do fundador da companhia, Ernesto Igel, e detentora de 18,1% das ações da Ultrapar (holding das empresas do grupo). Embora não integre o bloco de controle, Daisy é peça importante da estrutura societária da Ultra e vem demonstrando interesse em vender sua participação desde que a companhia abriu seu capital, há quase cinco anos. Com o eminente rearranjo societário no grupo, é esta senhora quem primeiro atiça o apetite dos bancos de investimento. “Quem tem vontade de vender sua participação pode achar que este é o momento”, sugere um analista.

Encolhimento. É bom lembrar que o mercado de gás de cozinha está encolhen-
do. Prejudicadas pelo avanço do gás natural encanado, as vendas totais de GLP caíram 5,7% no ano passado comparadas às de 2002. Paralelamente, parte dos analistas teme que a Petrobras, que monopoliza o fornecimento de GLP, seja leva-
da a adotar uma política de subsídios maiores para baratear o gás de cozinha – com efeitos danosos sobre a concorrência. “O fato é que a Petrobras tem condições de assumir a liderança do setor na hora que quiser e isso desvaloriza as empresas concorrentes”, avalia Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura. Paulo Cunha discorda e diz esperar lealdade na concorrência com a estatal. “Se a Petrobras abusar, estaremos caminhando em direção à África e não ao primeiro mundo”, adverte.

Mesmo supondo que, no “cenário África”, a Ultragaz fosse posta à venda, faltaria uma variável para fechar esta equação: o comprador. Dos jogadores já instalados no tabuleiro nacio-
nal, o único com porte para a aquisição seria a holandesa SHV, líder mundial em GLP. Mas, com o controle da Minasgás e a aquisição de todo o capital da Supergasbras (concretizada na quarta-feira 7, por US$ 100 milhões), ela já detém 24% do estagnado mercado brasileiro e teria problemas com o Cade para adquirir os 25% da Ultragaz. Sendo assim, a alternativa seria a entrada no jogo de um concorrente externo e, neste caso, o mais provável chama-se Repsol. Com menos de 4% do mercado brasileiro de combustíveis, o gigante espanhol tem interesse declarado em aumentar sua participação no setor petrolífero, incluindo uma incursão no segmento de GLP.

A investida dos bancos de investimento sobre a Ultra é mais um capítulo do inferno astral de Paulo Cunha. Seu ambicioso plano de dominação da petroquímica brasileira começou a ruir há três anos, quando ele deixou escapar a chance de comprar a Copene (jóia do pólo de Camaçari). Desde então, Cunha vem manobrando para
se firmar no papel de barão do gás. Daí seu compreensível desgosto com a entra-
da da Petrobras no seu caminho. Na semana passada, circulou no mercado a informação de que o empresário teria enviado à ministra Dilma Roussef (Minas e Energia) uma carta de próprio punho dizendo que, se a Petrobras queria comprar uma empresa de GLP, que comprasse a dele. Cunha desmente: “Tenho secretária, não mando cartas de próprio punho e não tratei desse assunto com ninguém do governo”. O tiroteio, ele garante, ainda não começou.



Escrito por Milla Gas às 15h44
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Petrobras na Agip
A estatal acaba de entrar no gás de cozinha. O que mais está em sua mira?

Por Mauricio capela

Não é novidade que a Petrobras anda com apetite de leão nos últimos tempos – um apetite que aumenta na mesma proporção de seus lucros recordes (R$ 17,8 bilhões em 2003, 120% sobre o ano anterior). Pois parece que chegou a hora de começar a saciar essa fome. A estatal acaba de assinar um cheque de R$ 1,5 bilhão para comprar a Agip, do grupo italiano Eni. O negócio representa a entrada da Petrobras na distribuição de gás de cozinha (GLP), um setor para o qual ela historicamente deu as costas em seus 50 anos de forte presença nos combustíveis. Tem mais: o mercado nacional de GLP encolheu de 7 milhões de toneladas para 6,1 milhões nos últimos três anos. Cabe a pergunta: o que quer a Petrobras, afinal?

A estratégia da estatal é se tornar uma companhia altamente verticalizada, como são as grandes petroleiras internacionais. O objetivo, segundo José Eduardo Dutra, presidente da companhia, é marcar presença em segmentos que agreguem valor aos insumos já produzidos. Hoje, a Petrobras é um titã na produção e no refino de derivados de petróleo. Tem 30% do mercado de combustíveis e o monopólio do transporte de GLP às distribuidoras. Para completar a verticalização faltava-lhe reforço em dois pilares: a distribuição de gás e a produção de petroquímicos. No primeiro caso, com a aquisição da Agip, não falta mais nada. A Petrobras dormiu com 0% de um segmento de R$ 11 bilhões anuais e acordou como a segunda maior do mercado, com 21,4% de participação no GLP. Perde só para o Grupo Ultra.

Biô Barreira
SEDE NO RIO Da noite para o dia, a segunda do País em GLP

No caso dos petroquímicos, a estatal também começou a se movimentar, porém de maneira tímida. Há um mês, pagou R$ 80,5 milhões para assumir o controle da Petroquímica Triunfo (RS). Além disso, diz-se que a empresa teria os seguintes negócios na mira: elevação de suas participações na Rio Polímeros (por meio da aquisição de um sexto do capital do projeto que se encontra em poder do BNDES) e na Braskem, maior petroquímica da América Latina; e a compra da Ipiranga Petroquímica. Em seu Plano de Negócios 2004-2010, a estatal prevê “apenas” US$ 1,1 bilhão destinados a investimentos no setor. Em se tratando de um segmento que demanda gastos contínuos e dada a pulverização do valor em seis anos, não se trata de muito dinheiro. Por isso, é outra coisa que preocupa os concorrentes. Eles temem que haja tratamento diferenciado no fornecimento da nafta, o insumo básico da indústria petroquímica. A Petrobras é a única produtora do Brasil, por isso não seria absurdo imaginar, dizem alguns competidores, que ela venha a favorecer as suas próprias empresas.

A preocupação respinga no GLP. A Petrobras, que já dá as cartas no transporte, é a única produtora e a maior importadora, passa a ter grande influência sobre os preços ao entrar na distribuição. Não é o que pensa José Gabrielli de Azevedo, diretor-financeiro da Petrobras: “Nós temos 30% do mercado de distribuição de combustíveis e nenhuma prática comercial ilegal. Teremos o mesmo comportamento no gás de cozinha.” Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, aborda ainda outra questão: “Há uma clara mudança de postura entre Petrobras do presidente Fernando Henrique e a do presidente Lula”, avalia. “É um movimento de estatização, que visa utilizar as empresas do governo como instrumentos de controle de mercado e provoca o esvaziamento das agências reguladoras



Escrito por Milla Gas às 15h41
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O MARKETING DO GÁS

A fornecedora de gás de cozinha Minasgás criou uma ação de marketing inovadora para atrair seu maior público consumidor,
as donas de casa. O projeto ensina a evitar o desperdício de alimentos. A empresa transformou um trailer em uma cozinha-
escola. A primeira parada foi em Cascadura, no Rio.



Escrito por Milla Gas às 15h40
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A CARTADA DE CUNHA
Grupo Ultra compra a Shell Gás e assume liderança do setor de GLP

Leia também
A força da Ultragaz

Alexandre Teixeira

  Fotos: Biô Barreira
  Paulo Cunha: “Buscamos outros alvos, inclusive no exterior”

O Grupo Ultra está de volta. Ao anunciar a compra da Shell Gás, no dia 8, a Ultragaz, maior empresa do grupo, assumiu a liderança do mercado brasileiro de gás de cozinha (GLP). E o conglomerado de Paulo Cunha voltou a falar grosso depois de dois anos de discrição forçada.

Em 2001, quando se desenrolava a novela do leilão da Copene – jóia do Pólo Petroquímico de Camaçari –, o Grupo Ultra era favorito, mas Cunha barganhou demais e a Odebrecht levou a gigantesca central de matérias-primas. Enquanto ainda estava no páreo, porém, o Grupo Ultra captou
US$ 200 milhões em uma grande operação nos Estados Unidos. Perdido o negócio, ficou com o dinheiro
em caixa. Pagou dividendos, pacificou acionistas e refez sua estratégia. Já que não vai ser a estrela da petroquímica, o grupo parece ter reforçado seu foco no gás – uma segunda cartada que só agora é colocada na mesa.

Ao comprar a operação de GLP da Shell, a Ultragaz passa para o primeiro lugar no ranking do gás de cozinha, deixando para trás a Liquigás/Agip. É uma conquista que, para Cunha, tem sabor especial. “Há sete anos a Shell nos procurou, querendo comprar a Ultragaz”, revela o empresário. O tempo passou e a multinacional patinou na área de GLP. Cunha deu o troco.

Quando entrou no setor de distribuição de GLP no Brasil, a Shell se impôs a meta de conquistar ao menos 15% do mercado nacional. Engolfada em uma interminável guerra de preços por posições de mercado, a gigante do petróleo não chegou nem a 5%. “A concorrência tem sido doentia, com empresas praticando preços abaixo do custo na busca pelo primeiro lugar”, afirma o empresário Ueze Zahran, dono da Copagaz. É por isso, segundo ele, que multinacionais como a Shell não querem trabalhar no Brasil, onde o ganho das engarrafadoras é um dos menores do mundo. Uma vez definido o ranking, com a Ultragaz no topo, a expectativa é de que a concorrência se torne mais sadia e atraia novos investimentos.

Para conquistar a liderança do mercado brasileiro de GLP, que movimenta R$ 11 bilhões por ano, o Grupo Ultra desembolsou
R$ 170 milhões e adquiriu 100% dos negócios da Shell no setor.
Ao fim de seis meses de negociação, a Ultragaz elevou sua participação nas vendas de gás de 19,6% para 24,5%. E consolidou-se como a quarta maior empresa independente (sem produção própria) de distribuição de GLP do mundo, com a comercialização de 1,6 milhão de toneladas por ano.

“A Ultragás inventou esse negócio de GLP no Brasil”, garante Cunha. “Tínhamos 100% do mercado e até estimulamos a concorrência.” Agora, segundo o empresário, o Grupo Ultra está “buscando outros alvos, inclusive no exterior”. Depois da tentativa frustrada de comprar a francesa Elf Gás, há três anos, o conglomerado brasileiro volta a estudar o mercado internacional de GLP. A prioridade é América Latina e América do Norte.

Antes mesmo da compra da Shell Gás, a distribuição de GLP já era responsável por 60% dos negócios do grupo – cuja receita líquida anual é da ordem de US$ 1 bilhão -- contra 40% da petroquímica. O plano, garante Cunha, é expandir as operações nas duas áreas, dentro e fora do Brasil. O Grupo Ultra tem R$ 650 milhões em caixa. É dinheiro para as aquisições que Cunha diz estar perseguindo ativamente.



Escrito por Milla Gas às 15h33
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DINHEIRO – O ano eleitoral não cria um ambiente favorável para tabelamento?
ZAHRAN – Se ele tabelar ele vai tabelar no preço em que está. Quando o subsídio do gás ia acabar eu propus para o Cláudio Considera (secretário de Acompanhamento Econômico) a volta do vale gás, que deixou de existir em 1995. Todo mundo foi contrário. Todas as empresas, inclusive. O Considera estava presente na reunião, mas não opinou. Procurei o governo e fiz as seguintes contas: o Brasil consome 45 milhões de botijões por mês. Se aumentar 2 reais vai recolher 90 milhões por mês. As famílias identificadas pelo vale gás somam 6 milhões. Então pode entregar R$ 15 reais para cada família por mês. Escrevi uma carta e a entreguei para o Pedro Malan e para vários ministros. Só depois de dois anos o vale gás apareceu, com R$ 15 a cada dois meses e 9 milhões de famílias atendidas.

DINHEIRO – O governo falou que a produção é um monopólio e a distribuição é um oligopólio...
ZAHRAN – Ele não errou no caso da produção e também não errou no caso da distribuição. O monopólio é a Petrobras. E no caso
do oligopólio também está certo. Existem no Brasil oito companhias que vendem 7 milhões de toneladas por ano. No México, vendem
9 milhões e são 532 empresas de gás. Aqui tem oito. A Total Gas, francesa, vende 2 milhões de toneladas em 40 países. A Agip Liquigás vende sozinha 1,4 milhão só no Brasil. É difícil uma empresa trabalhar com tanto gás assim e dar condições de segurança. Ninguém faz. Não consegue fazer. Só que o oligopólio age no sentido contrário no Brasil.

DINHEIRO – Como assim?
ZAHRAN – Além de vender isso tudo, a Agip Liquigas rouba concessionários de outros. A Butano age assim e a Ultragás também. Pode colocar o nome delas aí. Por que elas fazem isso? Elas querem o mérito de ser a primeira em volume de vendas. O lucro não interessa. Todas estão em prejuízo. E com isso começam a roubar concessionárias de outras companhias. Eu estou acionando essas empresas através da promotoria pública. Só no Brasil isso acontece. Os dirigentes dessas empresas não têm ética, não têm compostura
e roubam o trabalho de outros. Vou impor a decência no setor de gás com a polícia.

DINHEIRO – Então há um oligopólio na distribuição de gás?
ZAHRAN – Há.

DINHEIRO – E esse oligopólio não age na hora da
formação de preço?
ZAHRAN – Não. Age ao contrário. Age na hora de roubar um concessionário meu. Quando uma engarrafadora nomeia um concessionário, é necessário entrar na ANP, tirar todas as licenças, emprestar botijões. Eu tenho 535 mil botijões emprestados. E o que a Butano, a Ultragas e a Agip Liquigas fazem? Chegam para o meu concessionário e dizem: ‘Eu comprei o botijão de gás da Petrobras por 15,50 e vou vender para você por 15,50’. E, assim, toma o concessionário porque faz dumping, vendendo o gás para ele a preço de custo. A Liquigas faturou R$ 1,5 bilhão em 2001 e teve prejuízo de R$ 37 milhões. É o oligopólio burro. Qual o mérito de ser a primeira em volume, não pela primazia do público e pela qualidade do serviço, mas pelo roubo de concessionário? É uma burrice sem tamanho. É uma luta minha de 10 anos. Eu estou trabalhando há 47 anos com gás e nunca tive concorrente assim. Só puxam volume e roubam para puxar volume. Um dia fiz uma reunião no sindicato das engarrafadoras, cheguei 15 minutos atrasado de propósito, fiquei
em pé e disse. ‘Vou dizer uma verdade para vocês. Vocês roubam concessionários e dizem que é aliciamento. Não é aliciamento, é roubo.’ É um sacrifício trabalhar com esse pessoal como concorrente, porque a ética, a decência, a honestidade não funcionam. Volume de vendas sem lucro traz tragédia, traz explosão de shopping, traz morte de consumidor.

DINHEIRO – Qual a saída para melhorar o preço do gás, já que, segundo o senhor, as empresas não ganham dinheiro com ele e a população paga caro?
ZAHRAN – O País tem de crescer, criar emprego e estamos patinando há cinco anos. O País coloca 1,5 milhão de pessoas no mercado de trabalho com crescimento pífio como o nosso. O resultado está nas ruas, com violência, com desemprego. A saída não é mexer no preço. É melhorar o poder aquisitivo da população.

DINHEIRO – Aumentar o valor do vale gás seria uma saída?
ZAHRAN – Seria. Para a classe média não está tão caro. O pessoal de baixa renda é o mais atingido. O gás crescia 2% ao ano. Mas até junho deste ano, vendemos 140 mil toneladas a menos. Isso se deve tanto à concorrência do gás natural quanto à queda de consumo.

DINHEIRO – Num momento em que o governo enfrenta problemas de caixa, o aumento do vale seria viável?
ZAHRAN – É a única solução. É um subsídio justificável. Tem o vale transporte, o vale refeição, por que não o vale gás?



Escrito por Milla Gas às 15h32
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Zeca Caldeira
“Quando diz que vende o gás a
R$ 9,20, Francisco Gros diz só uma parte da verdade”

DINHEIRO – O governo está procurando um bode expiatório?
ZAHRAN – Pelo jeito, sim. O preço do gás aqui é a metade do preço lá fora. Na Europa eles pagam o mesmo preço que nós, mas o consumidor final paga US$ 21. Aqui estamos em torno de R$ 25, R$ 26, R$ 27. O gás é um produto diferente. A engarrafadora e a distribuidora não podem ter prejuízo porque esse setor trabalha com uma questão de segurança para 93% da população, que é a parcela que consome gás de cozinha.

DINHEIRO – O sr. insiste nessa questão de segurança. Qual o impacto desse item no custo do produto?
ZAHRAN – A segurança dos botijões, dos caminhões-tanques e da distribuição custa dinheiro. Fiquei anos brigando pela regulamentação do setor. Houve uma época em que cada empresa podia encher botijões de outras empresas e nenhuma delas tinha compromisso com nada. Era uma bagunça. Só consegui mudar isso, porque coloquei um Ministério, o da Justiça, dentro do Ministério das Minas e Energia, que não tinha interesse nem capacidade para impor as regras. Hoje uma engarrafadora só pode encher seus próprios botijões. Criamos 16 centros de destroca de botijões no País. Trocamos 8 milhões de botijões por mês. Isso é uma fortuna, um custo brutal. Ao mesmo tempo requalificamos os botijões. Mais de
30 milhões foram requalificados. Mais de 6 milhões não passaram
na requalificação e foram substituídos por novos. Fomos obrigados
a comprar mais de 20 milhões de botijões. Tivemos de investir
R$ 1 bilhão. De onde sai isso? Da margem do engarrafador. No mundo inteiro a requalificação se faz a cada 10 anos, no Brasil não se fez durante 45 anos. No mundo, o índice de destruição de botijões é de 3%, no Brasil foi de 20%. O consumidor compra o botijão uma vez e nunca mais paga por ele, só pelo conteúdo. A conservação, conserto, substituição, tudo isso sai da margem da engarrafadora.

DINHEIRO – O ministro Francisco Gomide diz que a margem de comercialização era de R$ 9 em janeiro e agora é de R$ 14...
ZAHRAN – Não. Nenhuma distribuidora tem isso. Os balanços da maioria estão no vermelho.

DINHEIRO – Por que o governo levantou essa questão?
ZAHRAN – Porque precisava pegar um bode expiatório e não conhecia todo o processo do gás e falou o que não devia. É isso
que leva o governo a achar que as companhias estão ganhando muito. As companhias não estão ganhando nada. As empresas devem R$ 2 bilhões para bancos. Há uma grande empresa do setor (cujo nome não vou citar) com 64 títulos protestados, segundo o Serasa. É com prejuízo que vão pagar isso? Eu pago o produto na refinaria à vista. Depois tenho de dar crédito de 15 dias para o concessionário. Esse volume de crédito, no caso da Copagaz, subiu de R$ 33 milhões em dezembro para R$ 55 milhões atualmente. A necessidade de capital de giro foi lá para cima.

DINHEIRO – Há possibilidade do controle de preço, como disse o ministro Francisco Gomide?
ZAHRAN – Não haverá tabelamento. Ninguém vai fazer isso. O que falta para os homens que decidem é informação sobre a cadeia de gás. Além disso, o aumento da gasolina e do diesel aumenta o custo da distribuição do gás.



Escrito por Milla Gas às 15h31
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Preço do botijão varia até 25,93%

Rafael Alves

Gás de cozinha de 13kg custa de R$ 27 a R$ 34 na capital. Feriado adiou o aumento nas tabelas aos consumidores

Os preços do botijão de gás de cozinha variam até 25,93% em Belo Horizonte. Pesquisa divulgada ontem pelo Procon da Assembléia Legislativa de Minas Gerais encontrou valores muito distintos em diversas regiões da cidade. Os números do levantamento ainda não refletem a totalidade do aumento nos preços dos botijões, entre R$ 1 e R$ 1,50, feito sábado. O feriado adiou parte dos repasses nos depósitos.

A pesquisa mostra o preço do botijão comprado no ponto-de-venda. Normalmente, o custo de entrega em casa eleva o valor final do combustível em R$ 2 ou R$ 4, dependendo da região e da empresa que presta o serviço. Os valores correspondem ao pagamento à vista.

O menor preço encontrado na capital foi de R$ 27 em depósitos dos bairros das Indústrias, Santa Mônica e Vista Alegre. De acordo com o levantamento, o botijão mais caro era vendido ontem no bairro Calafate, a R$ 34. Foram pesquisados os preços de 29 revendas da cidade. O valor médio atual do gás de cozinha é de R$ 30,14.

Na comparação entre a pesquisa feita ontem e a de 19 de outubro, o Procon Assembléia encontrou redução de 0,33% para o botijão doméstico, de 13 quilos. No cilindro industrial, a queda foi maior, de 1,03%, no mesmo período. Usado principalmente em condomínios, comércio e hospitais, o cilindro de 45 quilos apresentou diferença mais elevada entre o menor e o maior valores encontrados. A variação foi de 40%, com o combustível mais barato no depósito Gasutil, no bairro Jardim América, a R$ 100. De acordo com o Procon, o botijão industrial mais caro era vendido a R$ 140 no Sion Gás, na Zona Sul da capital. O preço médio do produto ficou em R$ 126,05.

A pesquisa verificou também a diferença encontrada nos botijões que são entregues diretamente pelas distribuidoras de gás, sem precisar passar pelos depósitos de bairro. Nesse caso, a variação do botijão doméstico foi menor que na venda entre depósitos. Com o menor valor a R$ 29,36 e o maior a R$ 34, o preço médio foi de R$ 31,67. A diferença chegou a 15,80%. O preço médio dos cilindros industriais vendidos pelas distribuidoras ficou acima do encontrado nos depósitos. O mais barato era comercializado ontem a R$ 100 e o mais caro, a R$ 137,50, representando um valor médio de R$ 125,14 entre as seis empresas pesquisadas. A diferença foi de 37,50%.

De acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o consumo de gás de cozinha no Brasil mantém trajetória mensal de queda desde janeiro. No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, a redução é de 0,7%. Em Minas, o resultado de setembro inverteu a trajetória de menor consumo de gás e manteve uma certa estabilidade, com alta de 0,2% sobre o consumo entre janeiro e setembro do ano passado, quando foram vendidos 1,03 milhão de metros cúbicos de gás de cozinha.

A clandestinidade nesse setor chega a atingir 80% em algumas regiões do país e justifica, em parte, os preços muito abaixo do custo de produção e o fraco desempenho oficial. Os golpes mais comuns contra o consumidor é a adição de água no botijão e a retirada de gás, vendendo produto com menos combustível do que deveria. Para facilitar a identificação dos depósitos autorizados, a ANP faz atualmente um recadastramento de todas as revendas de gás no país.



Escrito por Milla Gas às 15h28
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UEZE ZAHRAN
"O GÁS VIROU UM BODE EXPIATÓRIO"

O dono da Copagaz diz que o culpado pelos aumentos
nos preços do GLP não são as engarrafadoras, mas sim
a Petrobras, que em seis meses reajustou o produto
em mais de 50%

Biô Barreira  

Às vésperas de completar 80 anos, o empresário Ueze Zahran, comandante de um conglomerado que fatura US$ 350 milhões, é um sujeito ativo, simpático e bem-humorado. Mas quando alguém ataca o setor onde nasceram seus negócios, o engarrafamento de gás, Zahran se transforma em guerreiro. Foi o que aconteceu na semana passada, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso criticou publicamente o preço do gás de cozinha. Para Zahran, o culpado pelos aumentos do gás de cozinha é a Petrobras, embora as empresas do setor de gás “formem um oligopólio”, contra o qual promete investir com ajuda do Ministério Público e da polícia. Nos últimos anos, essa causa já levou Zahran ao centro de vários conflitos, seja com representantes do governo seja com seus próprios concorrentes. Dono de um grupo de empresas que inclui a Copagaz, uma das maiores engarrafadoras de gás do País, e diversas emissoras retransmissoras da TV Globo na região Centro-Oeste, Zahran recebeu DINHEIRO em seu escritório na zona sul de São Paulo para a seguinte entrevista:

DINHEIRO – O gás de cozinha é o vilão da inflação, como
diz o governo?
UEZE ZAHRAN – O estranho nessa história é a continuidade dos aumentos de preços da Petrobras e dos impostos por parte da Secretaria da Fazenda. O preço do gás há seis meses era de R$ 720 e hoje é de R$ 1.120 a tonelada. Isso é o que nós, as engarrafadoras, pagamos para a Petrobras. Nesse valor estão incluídos os impostos, que nós pagamos antecipadamente. Se pagarmos a prazo, a Petrobras cobra 2% de juros, até mesmo sobre o imposto que pagamos antecipadamente.

DINHEIRO – Então, em sua opinião, é falso dizer que os distribuidores são os responsáveis pelos aumentos?
ZAHRAN – É falso. O botijão de 13 litros na refinaria aumentou
R$ 5,20 em seis meses. Hoje, ele custa R$ 15,50 para a engarrafadora, que enche o botijão. Nós precisamos de R$ 5
para fazer o engarrafamento. A concessionária, responsável pela distribuição e entrega, precisa de outros R$ 5. Se diminuir esse valor, vamos trabalhar no prejuízo e a concessionária também.

DINHEIRO – Por que de repente o governo despertou para o gás
de cozinha e até o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu falar sobre o assunto?
ZAHRAN – Porque o dólar está estourando e o risco Brasil está nessa desgraça. A Petrobras começou a aumentar o preço de janeiro para cá. Quando o presidente da Petrobras diz que o preço na refinaria é R$ 9,80 por botijão, ele está falando parte da verdade. Porque em cima disso a distribuidora paga quase 6 reais de impostos antecipadamente. O que se vê é a Petrobras aumentar preço sem dar satisfação a ninguém. Ela produz 70% do gás que se consome neste País, mas ela trabalha com o preço internacional. Então, houve uma combinação do aumento do preço do gás lá fora com o aumento do dólar (porque ela paga em dólar). Isso provocou o reajuste na gasolina, no diesel e no gás de cozinha. Só que o preço do gás vai aumentar ainda mais lá fora, porque o inverno no hemisfério norte ainda não começou.



Escrito por Milla Gas às 15h27
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ANP poderá tabelar preço do gás de cozinha

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) terá poderes para tabelar o gás de cozinha (GLP), caso seja verificada uma oscilação muito grande nos preços.
O governo vai publicar uma resolução dando mais poderes à agência. A decisão foi tomada hoje pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) e anunciada pelo ministro Francisco Gomide (Minas e Energia).
Segundo o ministro, o resultado das medidas tomadas hoje pelo governo devem chegar ao consumidor em até 10 dias, depois que a ANP fizer uma avaliação sobre as variações de preço no mercado. Os valores e limites para o aumento do gás ainda não foram definidos pela agência.
O ministro avalia que não houve abuso por parte da Petrobras ou de outras empresas, mas que fatores ´circunstanciais", como a alta do dólar e o fim do subsídio ao GLP, provocaram um aumento muito grande nos preços.
Ele descartou a criação de uma conta gráfica, para que a Petrobras absorva a variação do dólar durante um período, e repasse ela para o consumidor depois, como acontece hoje com o gás natural utilizado pelas usinas termelétricas do programa prioritário do governo



Escrito por Milla Gas às 15h16
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Gasolina e diesel iniciam ano com ligeira queda

A gasolina e o óleo diesel começaram o ano ligeiramente mais baratos para o consumidor. Segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço nacional médio da gasolina na semana entre 21 e 27 de dezembro, de R$ 2,001 o litro, passou para R$ 2 na semana seguinte, de 28 de dezembro a 3 de janeiro. No mesmo período, o preço do diesel foi de R$ 1,391 para R$ 1,390.



No caso do álcool, do gás de cozinha (GLP) e do gás natural (GN), o movimento dos preços verificado pela ANP seguiu direção contrária, com alta para o consumidor. O preço nacional médio do álcool passou de R$ 1,196 para R$ 1,202; o gás natural subiu de R$ 1,067 para R$ 1,070; enquanto o gás de cozinha foi de R$ 28,80 para R$ 28,90 o botijão.



A gasolina mais cara do País neste início de 2004 é encontrada no Acre, sendo vendida a um preço médio de R$ 2,354 o litro. A mais barata, segundo levantamento da ANP, é vendida no Amazonas, a R$ 1,895 o litro. No estado de São Paulo, os dados apontam um preço médio para a gasolina de R$ 1,920, enquanto no Rio de Janeiro o litro sai por R$ 2,028.



No período de um ano, entre dezembro de 2002 e dezembro de 2003, gasolina, óleo diesel e álcool registraram queda nos preços médios praticados no País, enquanto gás de cozinha e gás natural tiveram alta. O preço médio da gasolina variou de R$ 2,001, em dezembro de 2002, para R$ 1,998, no mês passado. A queda foi provocada, em parte, por conta da decisão do governo, tomada em junho, de autorizar a adição de 25% do álcool na gasolina. O percentual havia sido reduzido a 20% em fevereiro, sob o temor de que uma safra menor de cana-de-açúcar pudesse comprometer a produção de álcool, com risco de desabastecimento nos postos.



A queda de preço mais significativa no período foi a do álcool, que passou de R$ 1,313 para R$ 1,191, uma redução de 9%. Já o óleo diesel foi de R$ 1,392, em dezembro de 2002, para R$ 1,390 em dezembro passado. No caso do gás de cozinha e do gás natural, houve ligeiro aumento dos preços, que fecharam 2003 com valores nacionais médios de R$ 28,80 o botijão e R$ 1,065 o litro, respectivamente. (Fonte: Gazeta Mercantil)

 


Escrito por Milla Gas às 15h14
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AUMENTO
Gás de cozinha causa guerra fiscal entre estados

[12 >document.write (matriz[11]); Dezembro 07h04min]

Uma mudança na tributação do gás de cozinha promovida por Estados do Norte e Nordeste pode provocar uma alta de até R$ 3,50 por botijão nas regiões mais pobres do Brasil, jogando por terra o desejo do governo em reduzir o preço do combustível. Os estados produtores de gás decidiram tributar o produto na origem, a exemplo do que o governo do Rio quis fazer com o petróleo, e o botijão já sofre bitributação de ICMS em alguns Estados.

Os primeiros governos a adotarem a medida, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás (Sindigás), foram Amazonas e Sergipe. “Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro já pensam em adotar o mesmo caminho”, informa o superintendente executivo da entidade, Sérgio Bandeira de Mello.

O governo federal já foi avisado do risco de alta nos preços, por meio de ofícios enviados ao Ministério de Minas e Energia (MME) e ao Ministério da Fazenda. Uma das principais bandeiras levantadas pelo governo PT desde que assumiu foi a redução do preço do botijão de gás, combustível com forte impacto no bolso das camadas mais pobres da população brasileira. Na próxima segunda-feira (15), o secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda, José Tavares, estará no Rio para discutir a questão.

A tributação do gás na origem limita-se ao gás de botijão produzido a partir do gás natural e não do petróleo. Mello diz que os Estados alegam que o gás natural é diferente do petróleo e, por isso, não está sujeito ao artigo 155 da Constituição, que prevê a taxação dos derivados de petróleo no destino. A decisão trouxe problemas para a Petrobrás, que não sabe a quem entregar os tributos recolhidos nas refinarias, e criou uma briga federativa entre Estados produtores e Estados importadores de gás de cozinha.

Os Estados importadores – basicamente Pará, Tocantins, Maranhão, Ceará, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo – correm o risco de ficar sem parte da arrecadação com o consumo do combustível. Alguns deles já decidiram cobrar parte das distribuidoras, que cruzam suas fronteiras levando o produto, o que provocaria bitributação e o risco de alta nos preços. “As empresas enfrentam um dilema: não têm como absorver o aumento de custos e nem como repassar tudo, já que a renda do consumidor está comprimida”, diz Mello.

A Petrobrás, por sua vez, já entrou com uma ação para depositar em juízo parte do ICMS até que a questão seja definida. A situação pode piorar porque a maior parte do gás de cozinha importado pelo o Brasil é proveniente do gás natural, o que pode aumentar o volume de gás tributado duas vezes.

Agência Estado



Escrito por Milla Gas às 15h12
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Consumo de gás de cozinha cresce 5% no ano

Rio de Janeiro - O mercado de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, começa a reagir à estagnação econômica do ano passado e cresceu em torno de 5% este ano, segundo dados do setor. A avaliação de executivos é que a indústria está consumindo mais e que a população também vem reavendo os hábitos de consumo, apesar de o preço do combustível ter subido em algumas regiões, por causa de mudanças na tributação. As distribuidoras, porém, reclamam da baixa margem de lucro e encomendaram um estudo à consultoria Trevisan para embasar uma pressão sobre o governo por mudanças no setor.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o consumo de GLP cresceu 4,2% no primeiro trimestre de 2004. Pelos cálculos do Sindicato das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), a tendência de aumento no consumo se mantém e, nos quatro primeiros meses do ano, a alta já chega perto dos 5%. Durante todo o ano, estima-se uma alta de 2,5% em relação a 2003. Mesmo se a expectativa se confirmar, o consumo nacional de GLP este ano ainda será menor que o registrado em 1997.

O presidente do Sindigás, Lauro Cotta, disse que o estudo da Trevisan aponta um prejuízo para as distribuidoras de R$ 0,59 por botijão, devido à combinação de alto custo fixo com redução das vendas. O objetivo da entidade é reverter a imagem de que o preço do gás não é mais baixo devido à grande concentração no etapa da distribuição, que conta hoje com 13 empresas. “O governo vê o setor com grande poder de mercado. Nós não vemos assim e queremos apresentar propostas para a redução do preço”, afirmou.

O preço do botijão gira em torno de R$ 30. O preço do gás, nas refinarias, está congelado desde dezembro de 2002, depois de um ano em que subiu 107,8%. A alta foi provocada pelo fim dos subsídios, no início do ano, e pela disparada dos preços internacionais e do câmbio no período pré-eleitoral. O aumento dos subsídios, hoje em R$ 7,50 por botijão, é uma das propostas do Sindigás para reduzir o preço para as camadas mais pobres da população.



Escrito por Milla Gas às 15h12
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Ofensiva contra o gás adulterado
Delegado do Consumidor e agentes realizam blitz e apreendem botijões com peso inferior e água


17OFENSI.jpg Ação da Decon foi realizada na divisa de Porto Alegre com Canoas


A Delegacia do Consumidor (Decon) iniciou na manhã de ontem uma ofensiva contra a venda de gás de cozinha adulterado. Sob o comando do delegado Fernando Soares, um grupo de 14 agentes fez uma blitz na avenida Guilherme Schell, em Canoas, na divisa com Porto Alegre. Três caminhões, três caminhonetes e um automóvel foram retidos por estarem transportando botijões com peso inferior ao determinado por lei ou por conterem água junto com o gás de cozinha. Dois homens, que estavam em um Fiat 147, foram presos em flagrante.

No início da tarde, a fiscalização encerrou-se. Um comboio, com os veículos retidos e várias viaturas do Decon, deslocou-se de Canoas até a Capital. Três funcionários do Inmetro participaram da blitz e realizaram os testes de qualidade e peso do produto. O delegado Fernando Soares anunciou que, a partir de agora, as ações de combate às fraudes do botijão de gás de cozinha serão rotineiras. 'Esta semana já tínhamos encontrado o problema em dois caminhões abordados em Porto Alegre', observou. Ele acrescentou que as irregularidades envolvem tanto as distribuidoras do produto como as empresas clandestinas que manipulam os botijões antes da venda ao consumidor.

Segundo o delegado, os fraudadores costumam colocar até 8 quilos de água dentro de um botijão de gás de 13 quilos. Em relação ao peso inferior, ele informa que o mesmo botijão é comercializado com até cinco quilos a menos do gás. Fernando Soares orienta os consumidores para que identifiquem e anotem sempre os dados dos responsáveis pela venda do produto, através da identidade, placas do veículo e nota fiscal. Com isto, a Delegacia do Consumidor poderá agir no caso de uma denúncia. Ele destacou que a ação da Decon está voltada à 'repressão' contra a venda do gás de cozinha adulterado.



Correio do Povo
Porto Alegre - RS - Brasil


Escrito por Milla Gas às 15h08
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Petrobras confirma que vai importar menos gás de cozinha

Rio de Janeiro - A Petrobras anunciou a distribuidores e revendedores que vai importar menos gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, este mês. Em reunião realizada em Gramado (RS), executivos da estatal avisaram que vão oferecer entre 530 mil e 540 mil toneladas do produto em outubro. O consumo do mês fica em torno de 570 mil e 580 mil toneladas, diz o consultor Edilson Rodrigues. A estatal começa, assim, a forçar as distribuidoras a ir ao mercado externo buscar o produto.

A estatal havia anunciado em agosto que pretendia deixar de importar 30 mil toneladas por mês, cerca de 5% do consumo nacional, em uma tentativa de incentivar as distribuidoras a importar. Quatro das maiores distribuidoras do País têm participação de multinacionais do setor – Agip, Shell e SHV, que controla duas empresas – e teriam condições de trazer produtos.

Com o controle nos preços do GLP, a estatal vem tendo prejuízos por não poder repassar as altas do câmbio e do petróleo ao preço interno do produto. Hoje, a Petrobrás limitou-se a reafirmar a decisão de reduzir a participação no fornecimento de GLP no País, com o objetivo de “assegurar a transição, de forma progressiva, para um modelo de suprimento mais coerente com o atual mercado aberto”.

De acordo com Rodrigues, as empresas haviam solicitado 622 mil toneladas para o mês de outubro, quase 100 mil toneladas a mais que o volume oferecido pela Petrobrás. A revenda está preocupada com a manutenção do abastecimento no mercado brasileiro, uma vez que as distribuidoras ainda não se movimentaram para fazer as próprias importações.

O diretor do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Lauro Cotta, disse que as empresas foram informadas da redução do fornecimento pela Petrobras. “Mas acredito que isso não vá acontecer. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Petrobras devem chegar a uma solução para garantir o abastecimento do País”, disse. O Sindigás vai pedir uma reunião com a estatal para discutir a questão. A ANP informou que ainda não foi informada da decisão da Petrobras.

O mercado espera novos aumentos no preço do GLP para uso comercial e industrial, além dos dois já promovidos na última semana. A Petrobras informou que pretende adequar a tabela aos preços internacionais do produto e já aumentou o preço do GLP importado em cerca de 11%. “Ainda não é suficiente, novos aumentos devem ocorrer”, analisa o consultor Adriano Pires Rodrigues, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).

O presidente da Federação dos Revendedores de GLP (Fergás), Álvaro Chagas, concorda com a possibilidade de novos aumentos. “Eles estão falando que têm que chegar ao preço internacional, então devem vir novos reajustes por aí”, disse. Em São Paulo, o GLP para uso comercial e industrial já está cerca de 47% mais caro que o botijão de 13 quilos, segundo cálculos da revenda.

Na prática, foram três reajustes no preço do GLP comercial, relativamente ao residencial. No primeiro, o preço do residencial foi reduzido em 12,4%. Depois, o comercial subiu 5,9% e 5,7%, em dois reajustes anunciados com uma semana de diferença. O botijão de 13 quilos, comprado direto do revendedor, custa uma média de R$ 22 no mercado paulista, enquanto o de 45 quilos custa R$ 112. Ou seja, o quilo do gás vendido no vasilhame de 13 quilos sai a R$ 1,69 e, no botijão de 45 quilos, R$ 2,48.

A defasagem de preços prejudica, principalmente, os grandes condomínios que usam sistema de gás comercial. Apesar de o destino do combustível ser residencial, o preço cobrado é o do comercial e industrial. “Vamos ter que repassar o aumento para os condôminos, não tem jeito”, diz o administrador de condomínios Herculano Gonzaga de Carvalho, da administradora Adistar.



Escrito por Milla Gas às 15h02
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Quadrilha rouba caminhonete que transportava gás de cozinha

São Paulo - O motorista de uma caminhonete carregada de cilindros com gás de cozinha, Adelino Alves da Luz, da empresa Catapreta, foi abordado, no início da noite de ontem, nas imediações da Favela Elba, região do Sapopemba, zona leste da Capital, por quatro homens armados, que o dominaram e o levaram para o interior da favela. Segundo ele, que só foi liberado horas depois, os membros da quadrilha por celular se comunicavam e repassavam a carga para vários receptadores. O caminhão foi abandonado na região de Guarapiranga, zona sul da Capital, com o taque vazio. Nenhum assaltante foi localizado.

Ricardo Valota


Escrito por Milla Gas às 15h00
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Economize Gás de Cozinha

O gás é uma fonte energia mais barata que a elétrica, mas o desperdício deve ser evitado. para isso, basta você seguir algumas regras:

1. Mantenha o fogão em local sem corrente de ar, para a chama não diminuir;

2. Mantenha os queimadores sempre limpos e regulados;

3. Prefira as panelas de menor espessura, pois nelas o cozimento é mais rápido;

4. Use panelas com tampas, que aproveitam melhor o calor;

5. Se possível, quando não for precisar de muito calor, coloque uma panela sobre a outra (cozimento por tabela);

6. Use fogo forte no início do cozimento e fraco após a fervura. O ponto de fervura, depois de atingido, deve apenas ser mantido;

7. Para grãos (feijão, lentilha etc.)use panela de pressão, que cozinha mais rápido;

8. Se for usar o forno, procure colocar mais de uma alimento ao mesmo tempo;

9. Depois de ligado o forno, evite ficar abrindo a tampa;

10. Antes de ligar o fogão, tenha sempre à mão o fósforo já aceso;

11. Uma vez por ano mande limpar os acendedores do fogão e regule as bocas (para saber quando a limpeza é necessária, observe se saem labaredas pelos lados da panela).

 



Escrito por Milla Gas às 14h55
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Gás de Cozinha

Na Hora da Compra:

• Compre botijões somente de empresas credenciadas
Inspecione o botijão cuidadosamente:
• Não compre se o lacre estiver rompido
• Observe a aparência do botijão e não compre se estiver amassado
• Certifique-se de que o regulador de pressão tem o símbolo do Inmetro e está dentro do prazo de validade

Na Hora de Fazer a Troca do Botijão:

• Desligue todas as bocas do fogão
• Verifique se a mangueira possui o selo do Inmetro e está dentro do prazo de validade
• Faça o teste do vazamento:
o Com uma esponja úmida e ensaboada, faça um pouco de espuma e coloque na conexão entre o botijão e a mangueira. Se começarem a se formar bolhas, é sinal de vazamento de gás. Refaça a ligação e verifique novamente. Se o vazamento persistir, entre em contato com a empresa que lhe vendeu o botijão e solicite a troca imediata. Jamais utilize o botijão com vazamento.

Dicas Gerais:

• Troque a mangueira de ligação a cada cinco anos ou sempre que notar ressecamento
• De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a mangueira não deve ter mais de 80cm de comprimento
• Nunca faça a ligação passando a mangueira por trás do fogão. Ao utilizar o forno, pode haver superaquecimento da mangueira, ressecando-a ou mesmo provocando rompimento
• Mantenha o botijão de gás a uma distância mínima de 50 cm do fogão, para evitar que ele receba calor
• O botijão deve ficar em local ventilado, se possível fora de armários
• Sempre que não estiver utilizando o fogão, feche o registro do botijão de gás. Isto evita vazamentos.
• Não utilize ferramentas para apertar o regulador do botijão, pois elas podem danificá-lo
• Jamais utilize fogo para verificar se o botijão tem vazamento

Os Cinco Erros Mais Comuns:

1. Botijão de gás deitado, ligado ao fogão. Isto faz com que a quantidade de GLP liberada seja muito maior do que a normal ( com o botijão em pé), o que pode provocar graves acidentes.
2. Mangueira muito grande ou passando por trás do fogão. Este tipo de descuido é responsável por metade dos acidentes com gás de cozinha
3. Colocar pedaços de sabão na rosca do botijão de gás para evitar vazamentos. A pressão interna do botijão é muito maior do que um pedaço de sabão pode suportar
4. Utilizar botijões de 13 Kg para fogareiros de apenas uma boca ou para lampião. O calor dos aparelhos pode derreter a válvula de segurança e provocar vazamentos de grande intensidade, ocasionando até incêndios. O correto é utilizar botijões de 2 Kg.
5. esquentar o botijão para aumentar a pressão interna. Colocar fogo no fundo do botijão ou aquecê-lo em banho-maria podem provocar explosões.

Como Agir em Caso de Acidente:

• Se você detectou um vazamento de grande intensidade:

- Não ligue nenhuma fonte de ignição (interruptor de luz, vela, fósforo, isqueiro, lampião e até mesmo lanterna). Elas podem produzir faíscas e ocasionar uma explosão
- Abra todas as entradas de ventilação da casa, aguarde algum tempo e remova o botijão para um local aberto
- Retire todas as pessoas da casa até que o cheiro de gás desapareça
- Ligue para o Corpo de Bombeiros

• Em caso de incêndio:

- Saia de perto do botijão de gás o mais rápido possível e remova todas as pessoas da casa
- se for apenas um princípio de incêndio, você mesmo pode tentar apagar, mas mesmo assim chame o Corpo de Bombeiros
- Se o incêndio é de grandes proporções, não tente apagar as chamas ou salvar móveis e pertences. Apenas saia do local rapidamente e chame o Corpo de Bombeiros. Se você mora em apartamento, avise os vizinhos para que também saiam de suas casas.

• Se alguém desmaiou ao ser exposto ao GLP:

- Verifique os sinais vitais da pessoa (respiração e batimentos cardíacos). Se estiverem normais, leva-a para um local ventilado e chame o Corpo de Bombeiros ou remova-a para um hospital. Caso não perceba sinais vitais, inicie imediatamente a respiração boca a boca e massagem cardíaca. Pelo telefone 193 você pode obter orientação de como fazer os primeiros socorros, enquanto a equipe do Corpo de Bombeiros se desloca até a sua casa.

Obs: O GLP, composto por uma mistura dos gases propano e butano, não tem propriedades tóxicas, mas pode causar asfixia.



Escrito por Milla Gas às 14h54
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GÁS DE COZINHA - DICAS PARA O USUÁRIO

• O botijão deve se localizar, de preferência, do lado de fora da casa e não exposto ao tempo. Se não for possível, deve ficar em local aberto e ventilado. Nunca deve ficar em compartimento fechado, como armário de pia ou porão, sob o risco de grave explosão.

• Prefira sempre adquirir o produto de empresas distribuidoras fiscalizadas pelo Governo. Na entrega, aproveite a presença do funcionário e certifique-se da existência do lacre de garantia, boas condições do botijão e ausência de vazamentos.

• Sempre que trocar o botijão, examine o registro e mangueira de gás. Certifique-se que a mangueira não encoste e nem passe por trás do fogão.

• Após a instalação, verifique se não está vazando gás. Nunca use fósforo ou qualquer chama para verificar vazamento. Faça o teste da espuma (água e sabão), aplicando-a no local de conexão da borboleta com registro com o botijão.

• Antes de trocar o botijão de gás, verifique se todos os botões dos queimadores do fogão estão desligados e se não há fogo por perto.

• Para fazer uma troca segura, retire o lacre de segurança do botijão cheio; retire o regulador do botijão vazio, girando a borboleta para a esquerda; coloque o bico do regulador bem a prumo na válvula do botijão cheio; gire a borboleta para a direita, evitando inclinar o regulador e usando apenas as mãos; faça o teste da espuma para verificar se a troca foi perfeita.

• Sempre que for acender o fogão, risque primeiro o fósforo e só depois gire o botão. Nunca gire o botão de gás do forno quando ele estiver fechado.

• Em caso de vazamento de gás sem fogo, apague toda chama na casa, inclusive cigarro; não acenda nem apague a luz; não ligue ou desligue qualquer aparelho elétrico; afaste as pessoas do local; abra portas e janelas; e chame o Corpo de Bombeiros.

• Em vazamento de gás com fogo, se possível, feche o registro de gás; afaste as pessoas do local; chame o Corpo de Bombeiros; e retire todo o material combustível de perto.

Requisitos para revenda

• Empresa constituída (CNPJ)

• Autorização para comercializar (inscrição estadual)

• Empresa estabelecida para a revenda de GLP (posturas municipais, alvará de funcionamento e certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar)

• Representação comercial (Portaria MINFRA Nº 843/1990, revenda própria ou credenciada por distribuidora de GLP registrada na Agência Nacional do Petróleo)

• Segurança das instalações (Portaria DNC Nº 027/1996, condições mínimas de segurança das instalações de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP)

 

Fonte: CBMCE



Escrito por Milla Gas às 14h53
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